Apandemia provocada pelo novo coronavírus derrubou muitos setores do País. Nesse sentido, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou uma série de medidas que considera essenciais para a retomada da economia, incluindo ações mais urgentes para um período de transição, permitindo que as empresas se mantenham funcionando até a recuperação completa. Para os industriais, mesmo com o relaxamento das medidas de distanciamento social e reabertura do comércio, o ritmo de crescimento será gradual e o Governo precisará prolongar programas de financiamento e parcelamento de impostos. O fato é que, no período de transição, dificilmente as empresas voltarão a operar em plena capacidade, já que o risco do contágio permanece, de modo que medidas de segurança impedem o retorno pleno ao trabalho e parte significativa dos consumidores continuará temerosa de voltar a circular.
É preciso garantir que as medidas emergenciais que buscaram evitar a falência de empresas, o aumento do desemprego e a perda significativa de renda das famílias não tenham sido em vão. É necessária a manutenção de algumas medidas por mais algum tempo, em especial os programas de financiamento. O Brasil tem de trabalhar unido para conseguir sair do atual estado estagnado e, assim, crescer de maneira mais rápida, gerando empregos e renda. Daí a importância de se discutir a questão da alta carga tributária brasileira e do excesso de burocracia que, muitas vezes, emperram os negócios. O Brasil tem de ter um ambiente melhor para se empreender.
EDITORIAL
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