A pandemia do novo coronavírus causou inúmeras transformações em todos os setores da economia. Com o longo período de isolamento social, a adoção do teletrabalho por parte das empresas privadas e órgãos públicos ganhou força e inicia um novo marco nas relações de trabalho. No Ceará, as discussões para regulamentar o trabalho à distância avança e, em breve, a modalidade deve ser adotada nos órgãos da administração pública.
No teletrabalho, as atividades laborais são realizadas total ou parcialmente distantes do espaço físico do contratante, com o auxílio da tecnologia. O formato já vinha crescendo nos últimos tempos e se fortaleceu com o isolamento social durante a pandemia. Além disso, o teletrabalho apresenta benefícios como redução de custos e aumento da produtividade para o empregador, motivação e elevação da qualidade de vida para os trabalhadores. “Nunca foi tão necessário regimentar o teletrabalho. Nossa proposta é que saia um decreto que organize o teletrabalho no Estado, dando possibilidade para as secretarias implementarem esse regime para aqueles servidores que tenham atividades que possam ser elaboradas remotamente, que tenham um bom desempenho e que também queiram atuar dessa forma. Isso mediante um regulamento e critérios de avaliação”, afirmou o secretário do Planejamento e Gestão do Ceará (respondendo), Ronaldo Borges.
A coordenadora de Planejamento e Desenvolvimento de Pessoas da Seplag, Silvana Dourado, e os analistas técnicos, Bruno Alexandre e Victor Siqueira, da mesma coordenadoria, apresentaram a proposta de decreto estadual que regulamentará o teletrabalho ao secretário Ronaldo Borges e à coordenadora de Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação e da Comunicação da Seplag, Evelise Braga.
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