Patinetes elétricos perdem ainda mais espaço e praticamente somem na pandemia
O estudante de Ciências Contábeis, Filipe Menezes, começou a usar patinetes elétricos compartilhados no fim do ano passado, para ir ao trabalho nos dias de rodízio do carro. Quando opta pelo transporte alternativo para ir de casa, na Berrini, até a empresa, na Faria Lima, o jovem leva metade do tempo que gasta de automóvel. Como Filipe transita em vias que contam com locais próprios para o trânsito de patinetes, ele pretende adquirir o produto e deixar o carro na garagem mais vezes. Com a doação do meio de transporte alternativo, vias como a avenida paulista, em São Paulo, costumavam ficar cheias…
